INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – GESTORES E A GRAFOANÁLISE
Algumas pesquisas indicam que o termo “inteligência emocional” teria sido usado pela primeira vez por Wayne Payne (1986), em sua tese de doutorado – “Um estudo da emoção: desenvolvendo a inteligência emocional”.
Peter Salovey e John D. Mayer, continuando com o trabalho de Wayne Payne, usaram novamente o termo “inteligência emocional” em 1990. Mas foi Daniel Goleman (7 de março de 1946 – Stockton, Califórnia, EUA) PhD em psicologia em Harvard, que popularizou o termo ao lançar o livro “Inteligência Emocional”.
Qual o grau de autoconsciência de uma pessoa emocionalmente inteligente?
O emocionalmente inteligente é altamente consciente de seus próprios estados emocionais, mesmo os negativos – da frustração ou tristeza a algo mais sutil. É a pessoa capaz de identificar, interpretar, entender e nomear o que está sentindo, possibilitando melhor administração das emoções. Por causa disso, o indivíduo emocionalmente inteligente tem excelente grau de autoconfiança e é realista sobre si mesmo, facilitando a comunicação e relacionamento com os demais de forma construtiva e eficaz.

O emocionalmente inteligente é mais empático?
Sim, a capacidade de entender, interpretar e responder às emoções dos outros é uma característica ligada à empatia. A pessoa emocionalmente inteligente tem habilidade para ouvir, reconhecer e entender claramente o ponto de vista e emoções de outra pessoa. Os empáticos geralmente apoiam as pessoas em suas vidas e ajustam facilmente suas emoções para combinar com o humor de outra pessoa também.
GRAFOANÁLISE – importante ferramenta para medir a Inteligência Emocional.
Por meio da escrita é possível medir a inteligência emocional em seus líderes e gestores, identificando competências emocionais e sociais.
Líderes emocionalmente inteligentes promovem ambientes seguros, onde os funcionários possam experimentar o sentimento de ficar à vontade para assumir riscos calculados, sugerir ideias e expressar suas opiniões. Um líder com bom equilíbrio da inteligência emocional entende a importância de estimular a comunicação e construir relacionamentos de confiança com os membros de sua equipe.

A inteligência emocional contribui para o sucesso geral de líderes e gestores.
A inteligência emocional desenvolve uma cultura de trabalho positiva na organização, o que aumenta indiretamente a eficiência e a produtividade.
O gestor poderá fazer uso também da grafoanálise dos integrantes da equipe para conhecer de forma mais profunda o perfil de cada um, contribuindo para concentrar o treinamento e desenvolvimento em capacidades extremamente importantes, solucionar conflitos, melhorar a distribuição de tarefas, harmonizar o ambiente, promover o que há de melhor individualmente e coletivamente. O desenvolvimento dessas contribuições é importante para inspirar e motivar a equipe, aumentar a produtividade, tomar decisões assertivas e diminuir a rotatividade de pessoal.

Inteligência emocional e alguns aspectos gráficos
CLARA – clareza das representações mentais.
ESTÉTICA – impulsos psíquicos harmônicos.
FLUIDA – assertividade, motivação; capacidade de compartilhar pensamentos e sentimentos.
CURVA – boas intenções e colaboração .
ENTRE LETRAS LARGA – disposição para escutar e compreender os demais; facilidade para dialogo positivo.
OSCILANTE EM UM AMBIENTE GRÁFICO HARMÔNICO – flexibilidade, harmonização dos impulsos, adaptação ao outro e a distintos ambientes sociais; empatia para compreender os estados emotivos e motivações dos demais.
DIVERGENTE – capacidade de discernimento e formação básica da ética dos atos e pensamentos.
DEXTRÓGIRA – prazer em ter contato e se relacionar com os demais; atitude proativa com escrita FLUIDA.
PERFIS MENOS PRESSIONADOS QUE OS PLENOS – sensibilidade e tato para o adequado ajuste com as pessoas; facilidade para empatia.
ENTRE PALAVRAS COM ESPAÇO JUSTO OU AMPLO – prudência, controle dos impulsos; capacidade crítica e de autocrítica.
OVA – habilidade par modular, organizar e coordenar a própria conduta, sentimentos, ideia e expressões.
DIMENSÃO PEQUENA – respeito e consideração pela personalidade alheia, reconhecimento dos direitos dos demais.
Texto escrito em 11 de junho de 2023 por Elisabeth Romar.
Volto a lembrar:
1- O conhecimento do teor de uma análise grafológica é sempre de extrema confidencialidade e responsabilidade. Deixo a observação, que inclusive sempre faço nos meus cursos e palestras desde 1994, que na folha de papel escrita existe um ser humano que merece todo o respeito, então, ofereça ao outro o mesmo cuidado e consideração que você dedica a si mesmo.
2- Ao traçar um perfil grafoanalítico, o profissional deve ter extrema precaução em não avaliar os signos isoladamente, sendo necessário confirmar as interpretações com outros elementos. Primeiramente precisa observar o conjunto para ter uma impressão geral do mesmo. As margens devem sempre ser avaliadas: margem inicial, esquerda, direita, final (na presença de folhas subsequentes) + posição e todos os aspectos gráficos que envolvem a assinatura.
Elisabeth Romar – Economista, grafóloga, pesquisadora, perito grafotécnico, assessora em RH e consultora grafológica, com MBA pela PUC- RJ em Finanças Corporativas, atua com análises grafológicas para empresas (Brasil e exterior) na área de Seleção de Pessoal, Remanejamento de Cargos, Falsificação de Textos e Assinaturas, Desenvolvimento Pessoal, Avaliação por Competências, Prevenção de Risco; Orientação Vocacional/Profissional para jovens acima de 16 anos, adultos e pessoas que desejam mudar de profissão/carreira. Autora do livro “Las Inteligencias Múltiples y la Vocación en Grafología” (2011).