A Análise Grafológica com auxiliar na identificação do Pensamento Intuitivo
É importante entender como a intuição funciona e como ela se relaciona com a razão e a lógica para usá-la de forma eficaz e evitar erros ou distorções .
Podemos definir a intuição como um processo cognitivo não consciente e instantâneo que nos permite tomar decisões ou julgamentos sem a necessidade de raciocínio consciente e deliberado. A intuição é baseada em informações armazenadas em nossa memória, incluindo experiências passadas, conhecimento prévio e padrões de pensamento. Ocorre automaticamente e sem esforço consciente. Muitas vezes é vivenciada como um “pressentimento” ou “palpite” que nos guia em uma determinada direção.

A intuição pode ser uma ferramenta útil na tomada de decisões, pois pode fornecer informações valiosas que não são acessíveis por meio da reflexão consciente. No entanto, também pode ser suscetível a erros e enganos, por isso é importante equilibrar a intuição com o pensamento crítico e analítico.
A intuição é uma experiência subjetiva sentida no momento, enquanto o pensamento intuitivo é um processo cognitivo que usa a intuição para chegar a conclusões ou tomar decisões.
A intuição é parte integrante do pensamento intuitivo, mas o pensamento intuitivo também envolve raciocínio e análise subconscientes ou inconscientes.
Os 4 tipos de pensamento intuitivo
Existem diferentes teorias sobre os tipos de pensamento intuitivo, mas uma das classificações mais comuns é sobre quatro tipos de pensamento intuitivo.
Reconhecimento de padrões: esse tipo de pensamento intuitivo envolve reconhecer padrões ou situações familiares e tomar decisões com base em experiências anteriores.
Percepção: Esse tipo de pensamento intuitivo depende da percepção e das sensações físicas, como a tensão no estômago ou a sensação de perigo, para tomar decisões.
Analogia: Esse tipo de pensamento intuitivo envolve fazer analogias e comparações entre situações semelhantes para tomar decisões em uma nova situação.
Especialização: Esse tipo de pensamento intuitivo se baseia na experiência e no conhecimento especializado em uma determinada área para tomar decisões rápidas e precisas.

É importante observar que esses tipos de pensamento intuitivo não são mutuamente exclusivos e podem se sobrepor ou combinar em diferentes situações. Além disso, pode haver outros tipos de pensamento intuitivo, dependendo das teorias e abordagens utilizadas.
O que podemos observar na escrita abaixo?

A escrita de um diretor jurídico de 60 anos.
Sua inteligência é guiada por uma forte intuição, com a qual ele retém com extrema presteza, muitas vezes sem a mediação da racionalidade (fluida, rápida, muitos ovais estreitas), evitando análises aprofundadas em favor da rapidez. Esse estilo cognitivo se mostra muito útil em situações que exigem tempos curtos de tomada de decisão e rapidez operacional.
Não se satisfaz com a primeira impressão favorecida pela intuição; na verdade, ele investiga problemas complexos com profundidade elaborativa quando a situação o exige, sem dispersões de tempo.
Está aberto à comparação com as necessidades dos outros, ao enriquecimento de conteúdos experienciais (algumas ovais abertas, larga entre letras), raciocina com flexibilidade mental, bom senso, reflexão crítica e visão panorâmica (Tríplice largura que se manifesta em um contexto muito plástico e muito claro, apesar da fluidez).
Receptivo a novas perspectivas, desenvolve interesses diversificados, integrando simultaneamente múltiplas competências em diferentes áreas (escrita plástica e dinâmica; ascendente e enraizada). Prevalece a orientação humanística, que informa sobre conteúdos práticos e implementativos (Tríplice largura + oscilante: intuição psicológica; em conjunto com o aspecto “enraizada”, revela sentido prático que prevalece sobre a abstração idealista).
Revela ótima intuição psicológica (oscilante) e refinadas habilidades de leitura introspectiva das personalidades de outras pessoas (palavras terminando em menor dimensão), habilidades incomuns de escuta e mediação para resolver conflitos (tríplice largura).
Transparente, sincero e leal, não recorre a filtros autoprotetores (divergente + linhas claras e retas, sem traços de ocultação), interage com espontaneidade (escrita cuidada, legível), de maneira natural e adaptável (fluida).
Texto escrito 03 de fevereiro de 2025 por:
Elisabeth Romar – Economista, Headhunter, grafoanalista, Assessora e Consultora em Recrutamento e Seleção, com MBA pela PUC- RJ em Finanças Corporativas, Diretora da Academia Internacional de Estudos Grafológicos, atua com análises grafológicas e outras ferramentas para empresas (Brasil e exterior) na área de Seleção de Pessoal, Remanejamento de Cargos, Verificação de Falsificação de Textos e Assinaturas (perícia grafotécnica), Desenvolvimento Pessoal, Avaliação por Competências, Previsão de Risco. Consultoria Vocacional/Profissional para jovens acima de 16 anos, adultos e pessoas que desejam mudar de profissão/carreira. Autora do livro “Las Inteligencias Múltiples y la Vocación en Grafología” (2011).

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